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Viver

A GRATIDÃO SENTIDA PRECISA SER COMPARTILHADA!!!!



- Postado por: Adicta às 01h48
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Juntamente com Frank e Doris C, Guildia K, Paul R, Steve R e outros, Jimmy K fundou Narcóticos Anônimos, no sul da Califórnia. A partir de 17 de agosto de 1953, esses companheiros realizaram uma série se reuniões, a fim de organizar o que se chamava então de .Narcóticos Anônimos e Alcoólicos Anônimos do Vale de San Fernando.. A primeira reunião de recuperação documentada aconteceu no sul da Califórnia, a 5 de outubro de 1953. Por diversas razões, Jimmy K é considerado uma figura chave da história de NA. Escreveu diversas partes do Livreto Branco, sendo a mais famosa o .Fim da Linha.. Desenhou o logotipo de NA (mais tarde modificado pela WSC). Prestou serviço como gerente voluntário do WSO, desde os seus primórdios até 1983. Jimmy K viveu de 1911 a 1985. Os últimos 36 anos da sua vida ele viveu como membro de Narcóticos Anônimos, limpo e em recuperação.



- Postado por: Adicta às 04h17
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- Postado por: Adicta às 04h16
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Meditação do Dia

QUINTA, 19 DE AGOSTO DE 2010


Primeiro as primeiras coisas 
"Colocamos um esforço na resolução dos nossos problemas mais óbvios, e tentamos entregar o resto. Fazemos o que temos de fazer e, à medida que progredimos, irão surgindo novas oportunidades para podermos melhorar." Texto Básico, p. 63 

É costume dizer-se que recuperar é simples - só temos de mudar tudo! Isso pode parecer um pedido demasiado grande, especialmente quando acabamos de chegar a Narcóticos Anónimos. Afinal de contas, não houve muitos de nós que tenham vindo à primeira reunião porque as suas vidas estavam em excelente forma. Pelo contrário, um grande número de nós chegou a NA no meio de uma das piores crises das suas vidas. Precisávamos de recuperar, e depressa! A dimensão das mudanças necessárias nas nossas vidas pode paralisar-nos. Sabemos que não podemos tratar de tudo o que é preciso de uma só vez. Como começar? Se calhar até já começámos. Fizemos as primeiras coisas, as mais óbvias que precisavam de ser feitas: parámos de usar drogas e começámos a ir a reuniões. E a seguir? Temos de fazer mais ou menos o mesmo, só que em maior quantidade. Fazemos aquilo que podemos. Prosseguimos o caminho da recuperação pondo um pé à frente do outro e dando mais um passo. Só depois é que deveremos preocupar-nos com o que venha a seguir. Devagar, mas com segurança, veremos que estamos a avançar nesse caminho, visivelmente a aproximarmo-nos do tipo de pessoa que desejamos ser. 

Só por hoje: Vou avançar no trajecto da minha recuperação dando um passo em frente.



- Postado por: Adicta às 06h02
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Olá 

Nossa quase um ano depois , mas estou de volta !!!!!!

Preciso MANTER as coisas!!!!!!!!

Bom dia!!!!!!

Mais tarde volto

SÓ POR HOJE 



- Postado por: Adicta às 05h32
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A dádiva do 4º passo!

Eu realmente não sei o porque as pessoas da irmandade ficam com medo de se conhecer.

De ver o que restou, o que se pode construi, o que não serve mais...

Medo de vencer já é da minha doença, o que mais pode dar errado ?

Já deu errado, nasci adicta o resto é LUCRO!!!

 

 

CONTINUA MAIS TARDE AULA



- Postado por: Adicta às 15h57
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Terça, 27 de Outubro de 2009
Viver no presente
"Queremos olhar o passado em frente, ver como ele realmente foi, e deixá-lo ir, para podermos viver o dia de hoje." Texto Básico, p. 33


Para muitos de nós, o passado é como um pesadelo. As nossas vidas já não são as mesmas, mas ainda temos recordações emocionais fugazes, extremamente intensas, de um passado realmente doloroso. A culpa, o medo e a raiva, que em tempos nos dominaram, podem manifestar-se nas nossas vidas, complicando os nossos esforços para mudar e crescer. Os Doze Passos são a fórmula que nos ajuda a aprender a pôr o passado no seu lugar. Através do Quarto e do Quinto Passo, ficamos cientes de que o nosso comportamento no passado não resultou. Pedimos a um Poder Superior que nos alivie das nossas imperfeições, no Sexto e no Sétimo Passo, e começamos a sentir-nos aliviados da culpa e do medo que nos dominaram durante tantos anos. No Oitavo e no Nono Passo, ao fazermos reparações, demonstramos aos outros que as nossas vidas estão a mudar. Deixamos de ser controlados pelo passado. Quando o passado deixa de nos controlar, sentimo-nos livres para encontrar um novo modo de vida que reflecte quem verdadeiramente somos.


Só por hoje: Não preciso de ser controlado pelo meu passado. Vou viver este novo dia como a nova pessoa em que estou a tornar-me


- Postado por: Adicta às 15h04
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Olá

Estava ausente por vários motivos até por preguiça mas retomei.

Fico indignada como adicta,  e cidadão no pelno exercício das minhas funções, com o governo que agora quer dar penas alternativas a "pequenos" traficantes.

Essas penas são previstas no artigo 44 do Código Penal, que diz :

"

Art. 44 - As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando: (Alterado pela L-009.714-1998)

I

IIm crime doloso;

III ntes, a conduta social e a personalidade do condenado, bem como os motivos e as circunstâncias indicarem que essa substituição seja suficiente "

 

Até quando o governo vai fechar os olhos para o problemas das drogas?

 

Isso sem contar que o "Crime organizado" vai se adaptar as "leis" que entraram em vigor se assim aprovada pelo congresso.

Acorda  BRASIL !!!

 SPH  

- a culpabilidade, os antecede
- o réu não for reincidente e
- aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa ou, qualquer que seja a pena aplicada, se o crime for culposo;


- Postado por: Adicta às 14h08
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Meditação do Dia
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Sexta, 23 de Outubro de 2009
Rendição
"Quando deixamos de tentar controlar; tomamo-nos muito mais fortes." Texto Básico, p. 51


Quando andávamos a usar, fazíamos tudo o que podíamos para as coisas correrem à nossa maneira. Usávamos todos os esquemas imagináveis para termos o nosso mundo sob controle. Quando tínhamos o que queríamos, sentíamo-nos poderosos e invencíveis; quando não tínhamos, sentíamo-nos vulneráveis e derrotados. Mas isso não nos fazia parar - só nos levava a esforçarmo-nos ainda mais para controlar e manipular as nossas vidas. Arranjar esquemas era a nossa forma de negar a nossa impotência. Enquanto nos distraíamos com os nossos planos, podíamos adiar a aceitação de que não tínhamos controle. Só aos poucos fomos compreendendo que as nossas vidas se tinham desgovernado e que toda a desonestidade e manipulação do mundo não iriam pôr as nossas vidas em ordem. Quando admitimos a nossa impotência, paramos de tentar controlar e fazer as coisas à nossa maneira - rendemo-nos. Dado que sozinhos não temos em nós a força suficiente, procuramos um Poder superior a nós mesmos; ao precisarmos de apoio e de orientação, pedimos a esse Poder que cuide da nossa vontade e das nossas vidas. Pedimos a outros adictos em recuperação que partilhem a sua experiência de vida com o programa de NA, em vez de tentarmos programar as nossas próprias vidas. O poder e a orientação que procuramos estão à nossa volta; precisamos apenas de nos virar para fora de nós próprios para os encontrarmos.


Só por hoje: Não vou tentar arranjar esquemas, ou manipular as coisas à minha maneira, para conseguir governar a minha vida. Através do programa de NA vou render-me aos cuidados do meu Poder Superior.



- Postado por: Adicta às 12h09
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Meditação do Dia
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Segunda, 19 de Outubro de 2009
Seguir alguns princípios
"... podíamos sentir o tempo, tocar na realidade e reconhecer os valores espirituais há muito perdidos para a maioria de nós." Texto Básico, p. 99


Na nossa adicção activa, estávamos preparados para comprometer tudo aquilo em que acreditávamos apenas para conseguirmos mais drogas. Quer roubássemos as nossas famílias e amigos, quer nos vendêssemos, quer mentíssemos no trabalho, estávamos a ignorar os valores que nos eram mais importantes. Cada vez que comprometíamos outro princípio de valor, caía mais um bocado do cimento que mantinha unido o nosso carácter. Quando muitos de nós chegaram à primeira reunião, não havia nada senão as ruínas daquilo que tínhamos sido. Iremos localizar os nossos valores perdidos ao fazermos o nosso primeiro inventário de nós próprios. Mas, a fim de reconstruirmos o nosso carácter, será necessário manter esses valores, não importa quão grande seja a tentação de pô-los de lado. precisaremos de ser honestos, mesmo quando achemos que conseguiríamos enganar toda a gente se mentíssemos. Se ignorarmos os nossos valores, iremos descobrir que as maiores tretas que contámos foram a nós próprios. Não queremos começar a demolir de novo os nossos espíritos depois de todo o trabalho que tivemos a restaurá-los. É essencial que tenhamos princípios, ou arriscaremos tudo por nada. Iremos honrar tudo aquilo que seja importante para nós.


Só por hoje: Eu tenho princípios. A minha força é o resultado de viver os meus valores.


- Postado por: Adicta às 13h09
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Boa Noite!

Alguns dias sem escrever, mas as coisas estão bem....pude me perceber em vários "pequenos" detalhes.

Não vou escrever muito hoje estou ansiosa tenho prova amanhã, mas hoje fui minha em uma sala e AA aonde encontro a espiritualidade necessaria e fiz lá o meu tratamento diário.

Sexta fui a um corujão de NA e apesar de imensa gratidão, consigui apesar permanecer por 1 hora...

Identificação ?

Pelo programa

Gratidão?

Sempre

Frequencia?

O quanto me fizer bem, ou seja, em respeito a Irmandade que me abriu as portas 1 vezes por semana.

Infelizmente ou felizmente as portas se abrem, por que a minha mente evoluiu.

Obrigada a todos que fazem parte

Madrinha linda ...te amo

Boas 24hrs de sobriedade.

SPH

 



- Postado por: Adicta às 01h39
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Meditação do Dia
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Sábado, 10 de Outubro de 2009
Consequências
"Antes de deixarmos as drogas, quase todas as nossas acções eram guiadas por impulsos. Hoje não estamos presos a esse tipo de pensamento." Texto Básico, pp. 101-102


Já alguma vez te sentiste tentado a fazer uma coisa mesmo sabendo que os resultados seriam desastrosos? Alguma vez pensaste sobre o quanto iria magoar-te fazer aquilo que te sentias tentado a fazer, e mesmo assim fazias? Diz-se que toda a acção tem consequências. Antes de ficarmos limpos, muitos de nós simplesmente não acreditavam nisso. Mas agora sabemos exactamente o que isso quer dizer. Quando agimos, sabemos que haverá consequências a pagar. Não podemos mais decidir fazer algo em ignorância, quando sabemos muito bem que não iremos gostar do preço que teremos de pagar. Há um prémio e há um preço. Não há mal em agirmos apesar das consequências, se estivermos dispostos a pagar o preço, mas há sempre um a pagar.


Só por hoje: Vou pensar nas consequências das minhas acções antes de tomá-las.


- Postado por: Adicta às 01h29
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Meditação do Dia
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Sexta, 09 de Outubro de 2009
Ordem
"Salientamos a importância de arrumar a casa, pois isso traz-nos alívio." Texto Básico, p. 108


Ao focarmo-nos naquilo que os outros andam a fazer somos momentaneamente aliviados de termos que olhar para nós mesmos. Mas um dos segredos do sucesso em Narcóticos Anónimos é certificarmo-nos de que a nossa própria casa está em ordem. Mas o que é que significa, então, "termos a nossa casa em ordem"? Significa que trabalhar os passos, nos permite olhar para o nosso papel na nossa relação com os outros. Quando temos um problema com alguém, podemos fazer o nosso próprio inventário para descobrirmos qual terá sido o nosso papel no problema. Com a ajuda do nosso padrinho ou madrinha, esforçamo-nos por corrigir as coisas. Depois, em cada dia, continuamos a fazer o nosso inventário para evitar repetirmos os mesmos erros no futuro. É bastante simples. Tratamos os outros da forma como gostaríamos que os outros nos tratassem. Fazemos prontamente reparaçÕes quando as devemos. E quando deixamos as nossas vidas aos cuidados do nosso Poder Superior numa base diária, podemos começar a evitar agir na vontade própria que tanto caracterizou a nossa adicção activa. Guiados por um Poder que procura o melhor para todos, as nossas relações com os outros irão certamente melhorar.


Só por hoje: Vou pôr a minha própria casa em ordem. Hoje vou examinar o meu papel nos problemas na minha vida. Se dever reparações, irei fazê-las.


- Postado por: Adicta às 15h54
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Meditação do Dia
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Quinta, 08 de Outubro de 2009
Um novo padrão de vida
"Receamos perder tudo se não aproveitarmos aquilo que temos." Texto Básico, p. 88


A adicção deu um padrão às nossas vidas, e com ele um sentido - um sentido escuro e doente, é certo, mas mesmo assim um sentido. O programa de recuperação de Narcóticos Anónimos dá-nos um novo padrão de vida para substituir as nossas velhas rotinas. E com esse novo padrão vem um novo sentido para as nossas vidas, um de luz e de esperança. Qual é esse novo padrão de vida? Em vez do isolamento, encontramos uma irmandade. Em vez de viver às cegas, repetindo os mesmos erros vezes sem conta, examinamo-nos regularmente, livres para manter aquilo que nos ajuda a crescer e para deitar fora aquilo que não nos ajude. Em vez de estarmos sempre a tentar desenvencilhar-nos com o nosso limitado poder, desenvolvemos um contacto consciente com um Poder amantíssimo superior a nós mesmos. A nossa vida tem de ter um padrão. Para mantermos a nossa recuperação, precisamos de manter os novos padrões que o nosso programa nos ensinou. Ao darmos uma atenção regular a esses padrões, iremos manter a liberdade que encontrámos da doença mortífera da adicção, e mantermo-nos agarrados ao sentido que a recuperação trouxe às nossas vidas.


Só por hoje: Vou iniciar um novo padrão na minha vida: a manutenção regular da minha recuperação.


- Postado por: Adicta às 14h50
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Meditação do Dia
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Quarta, 07 de Outubro de 2009
Depender do nosso Poder Superior
"Como adictos em recuperação vemos que somos ainda dependentes, mas a nossa dependência já não é das coisas à nossa volta, mas sim de um Deus amantíssimo e da força interior que obtemos graças à nossa relação com Ele." Texto Básico, p. 80


Para muitos adictos, a rebeldia faz parte da sua própria natureza. Não queríamos depender de nada ou de ninguém, e sobretudo não queríamos depender de Deus. Julgávamos que a beleza do uso advinha do poder que nos dava para sermos e sentirmos tudo aquilo que quiséssemos, sozinhos. Mas o preço que pagámos por esta liberdade ilusória foi uma dependência que acabou por ultrapassar os nossos piores pesadelos. Em vez de nos libertar, o uso escravizou-nos. Quando chegámos a Narcóticos Anónimos, aprendemos que depender de Deus não tinha que significar o que havíamos julgado. Sim, se queríamos ser devolvidos à sanidade, iríamos precisar de nos ligar a "um Poder superior a nós mesmos". contudo, podíamos escolher a nossa própria concepção desse Poder Superior - até podíamos inventar uma. Descobrimos que a dependência de um Poder Superior não iria limitar-nos; iria, sim, libertar-nos. O Poder que encontramos em recuperação é o poder que nos faltava sozinhos. É o amor dos outros de que tínhamos medo de depender. É o sentido de direcção pessoal que nunca tivemos, a orientação que não tínhamos a humildade de pedir, ou que não confiávamos nos outros para nos darem. Esse Poder é todas estas coisas e é nosso. Hoje, sentimo-nos gratos por ter um Poder Superior de quem podemos depender.


Só por hoje: Vou depender do amor e da força interior que recebo do Deus da minha concepção.


- Postado por: Adicta às 11h18
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